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19/11/2012 Fonte: O Dia

O que ninguém sabia sobre a separação de Edu Guedes

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A entrevista foi concedida ao colunista Leo Dias

Como é a vida da mulher de uma celebridade? Interessante, você deve imaginar. Mas imagine se esta mulher nasceu em berço de diamante e sempre fugiu dos holofotes. Pois aí sim que a história dela fica ainda mais interessante. Daniela Zurita é filha de Ivan Zurita, megaempresário do ramo agropecuário e ex-presidente da Nestlé do Brasil. Ela morou 20 anos fora do País antes de voltar pra cá e conhecer Eduardo Guedes, apresentador do ‘Hoje em Dia’, num salão de cabeleireiro.

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A conversa com a empresária foi aberta e franca. A coluna teve a liberdade para perguntar tu-do! Questionamos sobre a tal ‘fama’ de Edu de ter agredido fisicamente a apresentadora Eliana, sua antiga mulher. Perguntamos sobre as dificuldades de ser uma milionária e descobrimos uma mulher que apesar de usar Louboutin (sapato alto de grife caríssimo) tem os dois pés bem fincados no chão e no mundo real. Conheçam a partir de agora um pouco da vida de Dani Zurita.

Tá tudo bem na sua relação com o Edu?

Temos uma amizade muito boa. Ele já cumpre os deveres dele, mesmo antes de chegarmos a um acordo de pensão. As pessoas querem muito ver sangue, mas não tem isso.

Você acha que as pessoas querem ver sangue?!?

Acho. Essa semana, o Edu me ligou mostrando uma nota no jornal na qual se dizia que existe uma terceira pessoa. Liguei para a jornalista e pedi uma retratação. Sempre querem encontrar um pivô.

E sua filha?

A Maria Eduarda tem quase 4 anos, ela é muito nova. Mas ela aceitou numa boa, passa o fim de semana com o pai e a avó. Ela é bem-resolvida, é uma criança madura.

Vocês passavam uma imagem tão feliz…

Nós éramos muito felizes, mas viramos amigos. Tenho Twitter – aliás, o senhor não me segue! (risos) – e recebi muitas mensagens carinhosas por lá.

Por que acabou, então?

A carreira do Edu está no pico, com muitos eventos, ele viaja muito. A minha também é assim. Tenho uma empresa de eventos. A gente estava se desencontrando muito. Essas coisas foram atrapalhando. Mas adoro o Edu, não tem nada dessas coisas estranhas que falam.

Mas o que são essas coisas estranhas? Por exemplo, bater em mulher…

Vou ser bem honesta. Conheci o Edu no salão de cabeleireiro. Eu nem sabia quem ele era. Morei 20 anos fora, saí do Brasil aos 7 anos de idade e voltei para cá aos 27.

Em que países morou?

México, Argentina, Chile, Panamá e Suíça.

Por conta da família?

Pelo meu pai. Para Suíça, eu fui porque queria estudar língua. Eu falo cinco línguas. A tarada da língua, né? (risos). Vai lá e quer falar todas. Minha mãe é metade suíça. Meu avô era suíço, veio para o Brasil para trabalhar e conheceu aqui a minha avó.

E o Edu?

Pois é. Conheci o Edu e não sabia que ele era famoso. Depois de um tempo, ele me convidou para sair.

Ele já estava separado da Eliana?

Já. Até houve especulações na época, mas eu tenho educação, berço e família. Jamais me prestaria ao papel de outra. Demorei muito tempo para sair com ele porque eu tinha o preconceito com o fato de ele trabalhar na TV.

Preconceito com gente da televisão?

Convivo com pessoas da TV. Tom Cavalcante é um dos meus melhores amigos, Faustão é amigo de infância do meu pai, a Hebe sempre estava presente… A questão é que eu não sabia se queria os holofotes em cima de mim.

Paga-se um preço, né?

Tem o lado bom e o lado ruim. Quando você começa a namorar, todo mundo vem em cima. “E os filhos? E o casamento?”. A gente só revelou o namoro à imprensa depois de cinco meses.

Mas nesse caso é diferente, né? Vocês evitavam, inclusive, sair juntos na rua.

A gente saía, mas para lugares tranquilos. Gosto de dançar de vez em quando, mas sou caseira, já passei da idade. É meia-hora e vamos embora (risos).

Quando você soube dos tais boatos?

Ele me contou a história, foi muito correto comigo. Eu não pegava uma revista pra ler, nem uma ‘Contigo!’ da vida. Nem assistia à TV brasileira. Vivia em outro planeta!

Mas nenhuma amiga chegou a você para dizer?

Nenhuma. Li uma matéria numa revista. Mas comigo não houve nada disso e acho que se esse fosse um comportamento dele, isso se repetiria. Ele ficou muito mais tempo comigo do que com ela.

Quando me falaram isso, achei estranho, porque ele tem um comportamento muito pacífico.

Pois é. Eu sou sangue quente, mas ele, se você colocar uma nota no jornal, ele vai te xingar, mas não vai fazer nada além disso. Isso é uma mentira gigantesca. Conheço o Edu de A a Z.

A família do Edu tem boa situação financeira. Mas você sabe que as pessoas sempre vão associar as pessoas que chegam a você a algum interesse, né?

Sim, óbvio. E se eu namorasse um príncipe, seria a mesma coisa. Diriam: “Estão juntando fortuna” (risos).

Mas você namoraria um pobre?

Claro que sim. Já namorei um rapaz por cinco anos no México que era da classe C. Era batalhador pra caramba, tinha dois empregos e era muito romântico.

A Nestlé patrocinou algum programa do Edu?

Programa, não.

Patrocinou o quê?

Na verdade, o que vai pela Record, é pela Record. A Record sempre deu preferência a outras marcas… e o Edu é um produto da Record.

Você é uma empresária. Qual era a sua participação na carreira dele?

A gente nunca quer misturar. Marido e mulher tem que ser marido e mulher. Surgiram oportunidades para ele através do meu escritório e ele me remunerou como tal, com nota fiscal, tudo direitinho. Sou muito profissional. Não fico montada num Louboutin, cato papel no chão.

Você só tem tempo para o trabalho?

Meu foco é a Maria e o trabalho. Mas faço ginástica todo dia, tem um personal que vem aqui em casa, faço boxe também. Acordo 6h30, 7h30.

E dorme a que horas?

Lá pelas 2h da manhã.

E acorda cedo assim?

Sim. Tento terminar o trabalho cedo para estar com a Maria e poder fazer as tarefas da escola com ela. Você precisa conhecê-la: ela é um crânio, dá de 10 a 0 em mim.

E você quer que ela aprenda mais que cinco línguas, né? (risos)

Olha, não sei (risos). Eu não me dei muito bem no alemão.

Qual é a possibilidade de você conhecer alguém?

Eu não tenho vontade agora. A separação é muito recente. Meu coração está tranquilo e eu, como mulher, estou realizada: casei e tenho minha filha. Se vier alguém, que venha naturalmente. Mas acho que, por enquanto, não.

Você não está sendo fria demais? Aos 33 anos?

Não, eu acho que vai aparecer alguém em algum momento, mas não quero dar a louca e sair por aí. Não estou desesperada. E, por respeito também, acho que quero me preservar um pouco.

Quando foi que o casamento, de fato, acabou?

Assinamos há 1 mês e meio.

Mas quando você se tocou que acabou?

Quando me toquei? Há um ano, mais ou menos. A gente tentou, claro, mas a gente também sente quando as coisas mudam. Mas a nossa relação é muito boa. Se eu pegar o telefone e ligar pra ele agora, ele vai atender. Ele sempre se ofereceu para ajudar e tem coisas que só homem resolve. Com o tempo, depois de passar essa nuvem, acho que a relação vai melhorar.

E como você se vê como profissional daqui a alguns anos?

Bombando! Graças a Deus está indo tudo muito bem.

As pessoas acham que você só conquistou aquilo por ser filha do presidente da Nestlé, né?

Pois é. Eu posso ter contato do presidente X. Ok, ele vai me receber, mas se o projeto for meia-boca, não adianta. Ninguém faz nada de graça, principalmente os milionários, que cuidam do dinheiro.

O sobrenome atrapalha?

Uma vez, fechando um patrocínio, um rapaz chegou pra mim e falou: “Eu pensei que você fosse um porre, que fosse uma patricinha”.

Você é formada em quê?

Comunicação Organizacional, especialização em marketing pela Universidade Anáhuac, no México.

E depois com seu pai?

Meu pai tem uma empresa chamada Agrozurita, que tem gado, laranja, cana-de-açúcar, tem tudo. Ele quer que eu assuma a empresa.

Mas você entende de agropecuária?

Entendo pouco. Estou estudando. Não dá pra entrar de cara, de filhinha de papai, pra comandar uma coisa que você não entende.

Você participaria do ‘Mulheres Ricas’ se fosse convidada?

Jamais. Mas me divirto horrores com o programa. Assistia nos Estados Unidos a versão americana. Mas passo longe de ser perua.

Queima o filme?

Acho que não se encaixa. Trabalho com eventos corporativos. Ninguém quer uma agente maior que o evento.

Houve traição no casamento?

Nunca. A gente sempre conversou sobre assédios, tanto de um lado quanto do outro.

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Você perdoaria traição?

Não sei. Depende do contexto. A gente não pode julgar, cada casal tem suas questões

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